Coro Polifónico Eborae Mvsica

Em setembro de 1987, incluído no acontecimento cultural “Os Povos e as Artes” fez a sua primeira apresentação pública o Coro Polifónico da Associação Musical de Évora – EBORAE MVSICA

O Coro Polifónico tem realizado diversas atuações ao longo da sua existência, interpretando não só a polifonia da Escola de Música da Sé de Évora (sécs. XVI e XVII), seu objetivo primordial, como também outras obras de diferentes épocas, entre as quais serão de destacar a Oratória “Jephte”, de Carissimi, a “Missa da Coroação”, de Mozart, o “Gloria”, de Vivaldi, a Missa em Dó Maior, de Mozart, para Coro e Órgão, com acompanhamento instrumental. Participou no Concerto de Natal 1999 interpretando a 9ª Sinfonia de Beethoven com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, que foi gravado e divulgado pela RTP, canal 2, e RTP Internacional e no Concerto de Natal de 2000 com a referida Orquestra; Em 2012 participou na Ópera “o que diz sim” de Bertold Brecht e Kurt Weill, produzida pela Associação; em 2015 interpretou em conjunto com a Orquestra de Cordas do Conservatório Regional de Évora-Eborae Musica a Missa em Sol M de Carlos Seixas. Em 2016 interpretou em Conjunto com outros Coros, solistas e Orquestra do Norte a Missa em Ré Maior de Antonin Dvorák na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa e em 2017 a mesma obra com os mesmos Coros e Solistas e com a Orquestra Académica da Universidade de Lisboa, no Auditório do Colégio de S. João de Brito, em Lisboa. Interpretou a mesma Missa em conjunto com os mesmos Coros e Solistas e acompanhados pela Sinfonietta de Lisboa, na Sé de Évora, em abril de 2018. Interpretou a Ópera “Orfeu e Euridice” de Gluck nos Claustros do Convento dos Remédios em Évora, em julho de 2018, e no Teatro Garcia de Resende em 2019. Participou na Ópera “Geraldo e Samira” de Amílcar Vasques-Dias em 2019 e na Ópera “Porgy and Bess”, no Teatro Garcia de Resende, uma produção da Associação, em 2021. 

 

Gravou o seu primeiro CD, exclusivamente dedicado à polifonia da Sé de Évora, com a participação de Antoine Sibertin Blanc, no órgão e grupo de Pedro Caldeira Cabral, sob a direção do Maestro Francisco d’ Orey, em novembro de 1996, no âmbito das comemorações do 10º aniversário da classificação de Évora como Património da Humanidade. Gravou, ainda, para a colectânea “Os Melhores Coros da Região” e para o programa “Acontece”, da RTP 2; gravou e produziu em 2005, sob a direção do Maestro Pedro Teixeira, um novo CD para a etiqueta Numérica, e em 2007 e 2008 gravou para a Antena 2, Concertos Abertos; gravou também com a Ronda dos quatro caminhos o CD Solitânia. No final de 2023 gravou novo CD com o MPMP que será apresentado ao público em breve.

 

Nas deslocações internacionais destaca-se: na “Europália 91”, na Bélgica, em 1991; a Kosice, Eslováquia, a convite do Coro da Universidade Técnica de Kosice em 2000; no XVI Festival: Internacional “Encontro com a Polifonia” em Giarre, Sicília, Itália em 2001, na Dinamarca, em 2002, com o Coro de Roskilde, integrado na Rede MECINE, no 22ºFestival de Coros de Preveza e 10º Concurso Internacional de Música Sacra de Preveza, Grécia (2004) tendo obtido a medalha de bronze e mais recentemente, em 2019 a participação no Festival e Concurso de Coros de Florença (Itália) onde obteve três prémios. Em 2023 deu concertos no Mosteiro de Guadalupe (Espanha). Em 2024 participou em Festival de Coros “Al Sole della Sardegna” na Sardenha, Itália.

 

O Coro Polifónico foi dirigido desde o seu primeiro momento, e até outubro de 1991, pelo seu impulsionador, Dr. Adelino Santos, pessoa ligada ao meio musical eborense. A partir de 91, e até 97, passou a contar com a regência do Maestro Francisco d’Orey. Desde princípios de 97 e até maio de 2013 teve a direção do Maestro Pedro Teixeira. Desde essa data e até final de outubro de 2021 foi dirigido pelo Maestro Eduardo Martins; a partir dessa data tem a direção do Maestro Emanuel Vieira.